Igreja
Pastoral da Cultura está a crescer, mas não em todas as dioceses
O bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, considera que a Pastoral da Cultura está a crescer na Igreja portuguesa, “mas não em todas as dioceses”.
O vogal da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais saúda o facto de “pouco a pouco”, se estar a formar a consciência de que há uma acção pastoral a desenvolver neste âmbito.
“Em séculos passados, isto não era preciso, porque sendo a sociedade constituída por pessoas – logo, artistas e escritores – de formação cristã, as suas obras marcavam esses valores”, recordou o prelado em declarações ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Depois do “chamado o divórcio entre fé e cultura”, que chegou ao século XX, a Igreja procura agora operar “a reconciliação através de um diálogo aberto”.
“Não só fazemos pontes, como há cristãos em cada vez maior número – comunicadores, artistas, músicos, cantores – que além de ponte, são uma presença. É preciso apoiá-los, reuni-los, sugerir-lhes gestos. É isto a Pastoral da Cultura”, sublinha D. Albino Cleto.
rm
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16.06.10

Sé de Coimbra
Foto: Miguel Perrolas
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